PCA DA ARCCLA AVALIA CONDIÇÕES DA CADEIA DE VALOR DA LOGISTICA DE FRIO NO CORREDOR DO LOBITO
O Presidente do Conselho de Administração da Agência Reguladora de Certificação de Carga e Logística de Angola (ARCCLA), Engº Catarino Fontes Pereira, realizou uma visita para verificar as condições da cadeia de valor da logística de frio nas cidades de Benguela e Lobito, no contexto da exportação de frutas para o Reino dos Países Baixos, através do Corredor do Lobito.
Durante uma jornada de trabalho de dois dias (12 e 13 de Maio), a equipa, liderada pelo PCA da ARCCLA e composta por representantes da Embaixada do Reino dos País Baixos, Técnicos da ARCCLA e representantes do banco de investimentos da Holanda, visitou e se reuniu com representantes de diversas empresas que integram a cadeia de valor da produção, logística e exportação de frutas ao longo do Corredor do Lobito, especialmente em Benguela.
As empresas visitadas incluem a Ferti Angola, Porto do Lobito, Lobito Atlantic Railway (LAR), Africa Global Logistics (AGL), EKFM e a Sociedade Agrícola Alto Tombola, destacando-se especialmente as últimas duas pelo seu papel na logística de frio na região.
Durante as visitas, a equipa analisou o nível de organização e a capacidade das empresas para produzir, conservar e transportar produtos perecíveis (frutas) ao longo do Corredor do Lobito, visando a exportação para a Europa e para os países vizinhos. A equipa também avaliou as condições de armazenamento em temperatura controlada e os custos operacionais relacionados ao abastecimento de energia elétrica, aquisição de fertilizantes e despesas com transporte ferroviário, marítimo e terrestre.
A recolha dessas informações visa compreender as diferentes variáveis envolvidas e estabelecer condições que garantam a exportação das frutas produzidas e transportadas pelo Corredor do Lobito a preços competitivos.
Nesse sentido, a ARCCLA está a implementar uma solução intermediária de frio, que consistirá em instalar câmaras de frio de 20 e 40 pés para armazenamento de frutas e hortaliças. Essas câmaras serão equipadas com painéis solares para fornecer energia elétrica e serão instaladas na região da Caála


