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SECTOR DA LOGÍSTICA GANHA NOVAS PERSPECTIVAS COM O PORTO DO CAIO EM CABINDA

SECTOR DA LOGÍSTICA GANHA NOVAS PERSPECTIVAS COM O PORTO DO CAIO EM CABINDA

Novas perspectivas abrem-se para o sector da logística a nível nacional, sob responsabilidade da Agência Reguladora de Certificação de Carga e Logística de Angola (ARCCLA), com o lançamento do Concurso Público Internacional para a concessão do Porto de Águas Profundas do Caio, na província de Cabinda.
A cerimónia de lançamento realizou-se no dia 9 de Abril, sob condução do Ministro dos Transportes, Ricardo D’Abreu, e contou com a presença de diversas entidades governamentais, com destaque para a Governadora Provincial de Cabinda e membros do Executivo local.
A ARCCLA esteve representada pelo seu Presidente do Conselho de Administração, Catarino Fontes Pereira, acompanhados dos Administradores para a Área Técnica e de Operações, Mateus Simão, e para a Administração, Finanças e Recursos Humanos, Bernardino Francisco.
O Porto de Águas Profundas do Caio surge como complemento estratégico aos projectos das Plataformas Logísticas do Yema e do Massabi, actualmente em implementação pela ARCCLA na província de Cabinda, reforçando a integração das infra-estruturas logísticas nacionais.
A infra-estrutura contempla uma área aproximada de 21 hectares destinada a operações logísticas, dispondo de 700 metros de cais com profundidade de 14,5 metros, posicionando-se como um relevante ponto de articulação logística entre Angola, a República Democrática do Congo e a República do Congo, com potencial de acesso a um mercado estimado em mais de 120 milhões de consumidores.
O Terminal terá capacidade instalada para movimentar até 200 mil TEUs por ano, podendo receber navios com capacidade até cinco mil contentores, localizando-se a cerca de oito quilómetros do centro da cidade de Cabinda.
Na ocasião, o Ministro dos Transportes destacou o elevado potencial estratégico da infra-estrutura para o reforço das operações logísticas na região africana, contribuindo para a dinamização dos fluxos comerciais e para o aumento da competitividade logística entre os três países.

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