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ARCCLA APRESENTA ESTRATÉGIA INOVADORA DE FORMAÇÃO DO CAPITAL HUMANO NO 18.º CONSELHO CONSULTIVO DO MINTRANS

ARCCLA APRESENTA ESTRATÉGIA INOVADORA DE FORMAÇÃO DO CAPITAL HUMANO NO 18.º CONSELHO CONSULTIVO DO MINTRANS

O primeiro dia do 18.º Conselho Consultivo do Ministério dos Transportes ficou marcado pela apresentação de uma estratégia inovadora de formação do capital humano, assente nos pilares administrativo, analítico e planificado.
A estratégia foi apresentada pelo Administrador da Agência Reguladora de Certificação de Carga e Logística de Angola (ARCCLA) para a área de Administração, Finanças e Recursos Humanos, Bernardino Francisco, durante a sua participação na 1.ª Mesa Redonda subordinada ao tema “O Capital Humano: 50 Anos de Formação e Desenvolvimento Rumo ao Futuro”.
Ao contextualizar a trajectória institucional até à actual configuração da ARCCLA, Bernardino Francisco destacou que a formação evoluiu de um modelo meramente administrativo e operacional para uma abordagem analítica e planificada, suportada por sistemas informáticos e orientada pela lógica moderna da logística.
“Hoje desenvolvemos uma abordagem formativa baseada num modelo integrado, que associa as necessidades de regulação, fiscalização e supervisão à utilização intensiva da tecnologia e à digitalização da informação logística”, afirmou.
A Mesa Redonda contou igualmente com a participação do Presidente da Comissão de Gestão do FSTT, Bruno Inglês, da PCA da ANAC, Amélia Kuvingua, bem como dos Administradores de Recursos Humanos da ANTT e da AMN, Norberto de Carvalho e Lutinádio Massala, respectivamente.
Durante a sua intervenção, o responsável sublinhou que a ARCCLA acompanha a evolução e a dinâmica internacional do sector, orientando progressivamente os seus planos de formação para o alinhamento estratégico com as prioridades de modernização, digitalização e eficiência operacional da logística nacional.
Bernardino Francisco avançou ainda que os planos formativos da instituição assentam em duas componentes fundamentais: uma interna, voltada para a capacitação contínua dos colaboradores, dotando-os de competências para o exercício das funções regulatórias, fiscalizadoras e de supervisão; e outra externa, dirigida aos operadores e agentes regulados.
Em termos formativos, assegurou que a implementação dos planos tem contado com apoio de parceiros e entidades congéneres internacionais, o que está permitir evoluir para um modelo de formação digital, capaz de potenciar a operacionalidade e a optimização de sistemas logísticos modernos e inteligentes.
Questionado sobre as principais lacunas no perfil logístico em Angola, Bernardino Francisco apontou cinco factores críticos, nomeadamente: competências técnicas especializadas; competências em regulação e supervisão; transformação digital e reengenharia de processos; domínio das tecnologias de informação.

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