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ARCCLA GARANTE INFRAESTRUTURA LOGÍSTICA DE FRIO PARA APOIAR A EXPORTAÇÃO DE ABACATE

ARCCLA GARANTE INFRAESTRUTURA LOGÍSTICA DE FRIO PARA APOIAR A EXPORTAÇÃO DE ABACATE

A exportação de abacate de Angola para o Reino dos Países Baixos passa a contar com o apoio de uma nova infraestrutura logística de frio, implementada na Plataforma Logística da Caála pela Agência Reguladora de Certificação de Carga e Logística de Angola (ARCCLA).
A informação foi avançada pela Administradora para a Área Comercial e Rede Nacional de Plataformas Logísticas da ARCCLA, Paula Bartolomeu, à margem da 3.ª Edição do Fórum APAPAbacate, realizada no dia 11 de Junho, no Hotel EPIC SANA, em Luanda
No Fórum, a ARCCLA fez-se representar ao mais alto nível pelo PCA, Catarino Fontes Pereira, acompanhado pelo Director do Gabinete de Estratégia, Inovação e Planeamento, bem como por três técnicos que asseguraram a presença institucional da Agência no espaço expositivo montado para o evento.
Paula Bartolomeu interveio no segundo painel da conferência, dedicado ao tema “Logística e Cadeia de Frio: Desenvolvimento das Infraestruturas e Soluções Logísticas Necessárias para Suportar o Crescimento das Exportações Agrícolas”.
A gestora que partilhou o painel com um assessor da Embaixada do Reino dos Países Baixos, um representante do Cluster do Abacate do Huambo e outros empresários do sector, assegurou que a Solução Intermédia de Frio da PL da Caála está pronta para apoiar a produção agrícola nacional e, em particular, o desenvolvimento do cluster do abacate.
Explicou ainda que a solução de frio em temperatura controlada resulta de um projecto apoiado pelo Banco Mundial, através do programa Diversifica Mais, e que o modelo será replicado noutras zonas de produção agrícola do país, nomeadamente nas províncias do Namibe e de Malanje.
A ARCCLA prevê implementar uma nova solução intermédia de frio no município da Lucira, província do Namibe, no sentido de contribuir para reduzir os constrangimentos da cadeia logística do tomate, cultura que actualmente regista perdas estimadas entre 30% e 40% da produção.
Ao longo de cerca de quatro horas de trabalhos, o Fórum abordou três painéis temáticos e mesas-redondas com os temas relacionados com a Produção e Base Técnica, Logística e Cadeia de Frio, bem como Financiamento e Serviços para o Sector.

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